Quem não gosta de dançar?

A dança é uma das expressões artísticas mais antigas, tendo representações desde a nossa pré-história. O homem dançava para sobreviver, depois para adorar os seus deuses, geralmente acompanhando rituais. Os mais variados movimentos foram registrados em pinturas rupestres (desenhos feitos em paredes de cavernas que são encontrados até hoje) e sua história passa por todas as civilizações.

Na Grécia Clássica, a dança era frequentemente vinculada aos jogos, em especial aos olímpicos. Com o renascimento, a dança teatral, virtualmente extinta em séculos anteriores, reapareceu com força nos cenários cortesãos e palacianos.

No século XIX apareceram a Contradança (que se transformou na quadrilha), a Valsa, a Polca, a Mazurca, o Scottish, o Pas-de-quatre, etc. No século passado surgiu o Boston, só destronado pelas danças exóticas (Cake-Walk, Maxine, One Step, Fox-Trot, e Tango). A divulgação da dança se deu também fora do espetáculo, principalmente nas tradições populares.

Em Jequié existe o Grupo de Dança Alvorecer, o qual faço parte, criado pela psicanalista Carmen Borges, no ano de 2013. É um grupo de dança e terapia corporal composto por quase 100 mulheres, divido em subgrupos com 16 mulheres em cada um deles.

Sempre começamos o ano com ensaios para a apresentação que fazemos todos os anos, no mês de outubro. Estávamos animadas. Fantasias compradas. A realização do sonho próximo de acontecer. Mas os palcos estão vazios. Estamos em casa. Sem perspectiva de quando retornaremos.

O sonho não acabou. Quando retornarmos, voltaremos com muito mais entusiasmo do que antes, como sorrisos largos e a alegria de dançar. Dançar a vida! Dançar a vitória! Dançar a realização que é estar palco.

Nos aguardem!

O Alvorecer voltará com brilho e glamour!





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