DIÁRIO - DIA 19 – 10 de abril

Hoje, dia da Paixão de Nosso Senhor Jesus. É um dia de forte reflexão.

Acordo cedo e faço e faço minhas orações e logo recebo o telefonema de Rose, por volta das 6:00 h da manhã. Eu já esperava. Meu pai partiu para a vida eterna. Ligo para minhas irmãs. Acordo Jorge, ele que é minha fortaleza. Eu me sinto segura porque sei que ele resolverá tudo. Vou para casa de meu pai. O encontro inerte na cama. Dormiu e se foi. O padre Roberto nos dá o conforto espiritual indo lá em casa para entregar a sua alma.

Minha irmã chega. Chega também a hora de leva-lo para a sua última morada. Passo uma experiência dolorosa. Olho no local onde meu pai vai ser enterrado e vejo um saco azul, lacrado. Eu pergunto meio que já sabendo, o que tem ali. Eram os restos mortais de meu filho amado. Foi como uma punhalada. Choro e me entrego à dor. Logo me fortaleço na fé e me consolo. Meu filho não é aquilo. Ele está na glória da eternidade.

Voltamos para casa. As três irmãs iam ficar separadas neste dia santo, mas nosso pai nos uniu. Mesmo sendo um dia de dor, nos confraternizamos no amor.

Neste dia, a mais de 2.000 anos atrás , Jesus disse: Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito” O Pai o acolheu. Nosso pai também foi acolhido pelo Pai.





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