DIÁRIO - DIA 10 – 01 de abril

Tive uma noite boa de sono, mas acordo muito cedo. Tenho um cantinho em casa que me aconchego para as orações, agradecimentos e pedidos. Muita gratidão sempre por tudo, mas os pedidos são pela humanidade. Que o Senhor perdoe as nossas falhas e nos deste mal que assola o mundo.

Mais trabalho.... Ôba!!!

Preparo o pagamento das funcionárias. Necessito de folhas impressas de alguns documentos que vêm do Posto Pampa, (moro em frente). O simples fato de receber algo que me vem de fora do meu mundinho que é a minha casa me assusta. Continuo o trabalho até quase o meio dia. Finalmente... todos os cálculos prontos e dinheiro separado para os devidos pagamento. Continuo fazendo transações de pagamento pelo banco, via internet. Tudo segue seu rumo.

À tarde relaxo um pouco e começo o texto do texto do livro o Caibalion. Hoje teremos reunião com o grupo de estudos.

Penso muito no meu pai. Vou visita-lo. Esse é o único motivo que me tira de casa. Ele tá velhinho e debilitado. Já com 90 aos e frágil pela doença, vejo, ou melhor, contemplo aquele homem que finda a sua vida com dignidade. A maior lição que ele deixa é sempre me dizer: Filha, tô bem. Tô ótimo! Que riqueza de ensinamento – a aceitação.

Dou uma volta na cidade, triste e vazia... Passo em frente à Jequié FM e aceno para Ney. Um menino/homem que cresceu comigo. A 10 anos estamos juntos neste trabalho. O seu amor e a  sua amizade por meu filho, nos aproxima cada vez mais. Próximo está a nossa catedral, símbolo de fé. Ao pé da igreja eu oro, suplico ao Pai que nos salve deste mal.

Volto pra casa. Em poucos minutos o estudo começa. Que maravilha de ensinamentos este livro nos traz – As 7 Lei Herméticas do Universo.

Deixo aqui pra você a cereja do bolo do capítulo: “O único atributo do “O TODO” = DEUS que podemos perceber é que Ele é a igual a um coração – Ele pulsa. Que ao entender o nosso coração, abrimos um corredor que nos leva a Deus – ao TODO. Que devemos entrar em nossos corações para aliviar as dores que nos chegam quando infringimos algumas das leis e quando, nestas conversas, reconhecemos e nos comprometemos a sermos melhores, a dor passa.”

 





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