08 DE MARÇO - Dia Internacional da Mulher

08 de Março – Dia Internacional da Mulher – O que eu dizer deste ser tão especial? Tantas coisas são ditas. Mas insuficientes para descrever, em sua totalidade, o que é ser MULHER. A Mulher é um mistério. Ela se transforma e se reinventa a cada momento. Imprevisível fechar um conceito sobre ela. E está aí a sua magia. É um ser múltiplo, que invade a alma do outro e a transforma com o seu poder. Parabéns Mulher!

Abaixo segue uma matéria sobre as mulheres mais influentes e inspiradoras do ano de 2019, do mundo, mas não posso deixar de fazer referencias aqui, às mulheres que ilustraram meu blog. Mulheres que fazem a diferença em nossa comunidade, inspiração para nós – Carmen Borges – Edna de Jesus Santos (Dinha) – Luciana Vieira – Susanne Andrade -  Edésia Tourinho – Moana Meira – Célia de Jesus – Alessandra Pimentel – Mirela Hull – Marly Brasil – Nancy Dias – Ilka Borges – Irmã Conceição e outras tantas anônimas que lutam e contribuem para uma sociedade melhor. Mais uma vez PARABÉNS MULHER !

Todo ano, a BBC elege as 100 mulheres mais inspiradores e influentes do ano, e em 2019 o tema foi: Como seria o futuro se ele fosse comandado por mulheres?

De uma arquiteta que está planejando reconstruir a Síria à gerente de um projeto da Nasa para explorar Marte, muitas das mulheres incluídas na lista estão testando os limites em seus campos de atuação.

Vamos falar aqui um pouco de algumas dessas mulheres incríveis!

 

1 -Precious Adams - Bailarina, EUA

Aos 8 anos, Precious Adams passava tanto tempo dançando pela sala de casa que sua mãe resolveu inscrevê-la em uma aula de dança. Aos 16, ela já havia conquistado vagas em três das escolas de balé mais prestigiadas do mundo, incluindo a Bolshoi, na Rússia.

Precious foi promovida ao corpo de baile do English National Ballet em 2017 e, no ano seguinte, ganhou o prêmio Artista em Ascensão do Critics Circle National Dance Awards. É creditada a ela a abertura de um debate sobre bailarinos usarem meias-calças que acompanhem seu tom de pele.

2 - Parveena Ahanger - Ativista, Caxemira indiana

Parveena é conhecida como a Dama de Ferro da Caxemira. Seu filho adolescente desapareceu em 1990, no auge de uma revolta contra o domínio indiano na Caxemira.

Ele foi um dos milhares de desaparecidos ali, o que levou Parveena a criar a Associação de Pais de Pessoas Desaparecidas (APDP). Parveena diz que não perdeu a esperança de ver seu filho novamente, com o próximo ano marcando o trigésimo aniversário de seu desaparecimento.

3 - Piera Aiello - Política, Itália

Piera Aiello, a política fantasma da Itália, concorreu ao cargo de deputada com o rosto coberto por um véu devido a ameaças da máfia. No ano passado, depois de ser eleita, ela finalmente revelou seu rosto ao público.

Forçada a se casar com o filho de um chefe da máfia aos 14 anos, ela usa sua experiência para defender os direitos dos informantes da polícia e de seus filhos.

4 - Jasmin Akter - Jogadora de críquete, Bangladesh/Reino Unido

Jasmin é Rohingya, minoria descrita pela ONU como uma das mais perseguidas no mundo. Ela nasceu em um campo de refugiados em Bangladesh logo após a morte do pai.

Desde que chegou ao Reino Unido como refugiada, ela se destacou no críquete e, junto com as amigas, criou um time para meninas de origem asiática em Bradford. Este ano, Jasmin foi selecionada para representar a Inglaterra na primeira Copa do Mundo de Críquete de Rua para fins beneficentes.

5 - Manal Al Dowayan - Artista, Arábia Saudita

O trabalho da artista contemporânea Manal Al Dowayan explora a invisibilidade, os arquivos, a memória e a representação das mulheres em seu país. Suas obras incluem fotografias em preto e branco de trabalhadoras mulheres da Arábia Saudita e um conjunto de pássaros de porcelana com textos de permissões para mulheres viajarem — no país, elas precisam deste tipo de aval de homens.

Em 2018, o British Museum incluiu duas de suas obras em uma exposição de longo prazo na Galeria Islâmica.

6) Kimia Alizadeh - Lutadora de Taekwondo, Irã

Em 2016, Kimia se tornou a primeira mulher iraniana a ganhar uma medalha nas Olimpíadas desde que o país começou a competir, em 1948. O jornal britânico Financial Times já afirmou que, como atleta, Kimia encorajou "meninas e mulheres iranianas a ultrapassar os limites para sua liberdade pessoal.

A jovem de 21 anos treina três vezes ao dia para se qualificar para Tóquio 2020, onde espera inspirar a próxima geração de mulheres iranianas em artes marciais.

7 - Marwa Al-Sabouni - Arquiteta, Síria

Quando eclodiu a guerra em sua cidade natal, Homs, na Síria, a arquiteta Marwa Al-Sabouni se recusou a sair de lá.

Ela escreveu um livro documentando esse período e elaborou projetos para reconstruir o distrito destruído de Baba Amr, reunindo diferentes classes e grupos étnicos.

Marwa dirige o único site do mundo dedicado a notícias de arquitetura em árabe e recebeu o prêmio Prince Claus, dedicado a homenagear conquistas extraordinárias de visionários na linha de frente da cultura e desenvolvimento.

8 - Alanoud Alsharekh - Ativista, Kuwait

Alanoud Alsharekh é uma das fundadoras da campanha Abolish 153, que pede que a lei do assassinato por honra seja abolida. Pelo texto vigente no Kuwait, homens que matarem parentes mulheres por terem feito sexo fora do casamento são condenados a penas brandas.

Ela trabalha com outras instituições para melhorar a igualdade de gênero no Oriente Médio e foi a primeira pessoa de seu país a receber a Ordem Nacional de Mérito da França, por sua defesa dos direitos das mulheres.

9 - Rida Al Tubuly - Pacifista, Líbia

Rida Al Tubuly é uma das muitas mulheres que lutam pela igualdade de gênero — mas está fazendo isso em uma zona de guerra. Sua organização, a Together We Build It, incentiva o envolvimento das mulheres na solução do conflito na Líbia.

No ano passado, ela disse ao Conselho de Direitos Humanos em Genebra que as reuniões de alto nível da ONU sobre o futuro da Líbia estavam falhando na inclusão de mulheres. Esta professora universitária é pós-graduada em Direito Internacional.

10 -Tabata Amaral - Política, Brasil

Tabata Amaral, uma das mulheres mais jovens do Congresso brasileiro, impulsionou sua fama nacional em um vídeo que viralizou, em que aparece confrontando o então ministro da Educação, Ricardo Vélez.

Apelidada de Alexandria Ocasio-Cortez brasileira por parte da imprensa, em referência à parlamentar americana, a jovem de 25 anos cresceu na periferia de São Paulo, onde perdeu o pai para o vício em drogas. Dedicando-se à sua formação, ela conquistou uma vaga como bolsista integral na Universidade Harvard e se formou em Ciência Política e Astrofísica.

Como parlamentar, ela defende entre suas principais agendas a educação, os direitos das mulheres, inovação e sustentabilidade.

A deputada é alvo, desde julho, de um processo disciplinar instaurado pela executiva nacional do PDT por seus votos a favor da reforma da Previdência, contrariando a orientação do partido. Ela teve sua representação partidária suspensa até que o processo seja concluído e, em reação, anunciou que entrará na Justiça para deixar o PDT sem perder o mandato alegando perseguição política, o que o partido nega.

Conheça todas essas mulheres incríveis na BBC Brasil: https://www.bbc.com/portuguese/geral-50063816

 

 





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